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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Antes de se tornar Imperador: Campanha Montenotte - Parte 1

Após a bem sucedida intervenção contra a revolta monarquista, ocorrida em 1795, na França; Napoleão passa a ser visto como uma das mais respeitáveis figuras francesas e era visto com alguém confiável, tanto pela classe burguesa/governante, quanto pelo antigo terceiro estado (artesãos, camponeses e profissionais liberais.

Em 1796, Napoleão ganha a chance de mostrar suas habilidades fora da França, ganhando o comando do Exército de Itália (Armèe d'Italie) no dia 2 de Março, assumindo, de fato, no dia 26. Também nesse intervalo, Napoleão se casou com Josefina de Beauharnais, no dia 9. No dia 11, Napoleão viajava pra Itália pra iniciar sua primeira campanha internacional.

Batalha de Montenotte (12 de Abril de 1796)


Batalha de Montenotte foi travada em 12 de Abril de 1796, entre o exército francês de Itália, sob o general Napoleão e um corpo austro-sardo sob Conde Eugène-Guillaime Argenteau. Os franceses ganharam a batalha, que foi travada perto da aldeia de Cairo Montenotte no Reino da Sardenha-Piemonte. A cidade moderna está localizado na parte noroeste da Itália. 

Em 11 de abril, Argenteau levou 3.700 homens em vários assaltos contra um reduto francês mas não conseguiu tomá-la. Na manhã do dia 12, Bonaparte concentra grandes forças contra Argenteau, agora em menor número. O impulso mais forte francês veio da direção do reduto da montanha, mas uma segunda força caiu no flanco direito austríaco fraco e suprimiu-o. Na sua retirada apressada do campo, a força de Argenteau perdeu muito e estava muito desorganizada. Este ataque contra a fronteira entre os exércitos da Áustria e da Sardenha ameaçou romper o vínculo entre os dois aliados. Esta ação foi o início da Campanha Montenotte.

"Ataque ao redonte do Monte-Legino", por Giuseppe Pietro Bagetti.

sábado, 22 de agosto de 2015

Antes de se tornar Imperador: Grandes feitos na França!

Napoleão sempre desejou se formar na Marinha, entretanto, todos os seus professores e mentores viam seu futuro no exército; mais especificamente nas divisões de artilharia, sobretudo, pelo seu ótimo desempenho em matemática.Assim, formou-se na em 10 meses na Escola Militar de Paris (números assombrosos), com 15 anos, como cadete. Se tornando, mais à frente, com 16 anos, tenente.
Em 1789, Napoleão voltou pra sua terra natal, a Córsega, aonde se envolveu na política local. Depois de retornar a França continental e voltar mais uma vez a Córsega, em 1792, envolvendo-se em conflitos com líderes locais, com influência britânica; foi forçado a fugir com sua família pra Marselha.

Cerco de Toulon

Em 1793, Napoleão teve sua grande oportunidade em Toulon. A cidade se rebelara contra o recém-instituído governo republicano do país e declarou-se “sob proteção britânica”, deixando, até mesmo, que navios ingleses aportassem. O comandante da artilharia local foi ferido na batalha e Napoleão foi responsabilizado de assumir o comando. Utilizando-se de táticas de artilharia e tomando o principal forte da cidade, derrotou os revoltosos, bombardeando também navios britânicos e impedindo a invasão do sul francês. Seria, depois desse feito, nomeado general de brigada, com apenas 24 anos.
Ao lado, desembarque das tropas da Primeira Coalizão, com cerca de 22.000 homens, incluindo britânicos, espanhóis, do Reino de Napóles e do Reino da Sardenha.






No dia 4 de outubro de 1795, monarquistas tentaram iniciar uma tomada de poder e, marchando em direção ao Palácio das Tulheiras, pediam a entrada de Luiz XVIII (irmão do decapitado Luiz XVI) e a saída do Diretório até, então, com o poder. Sem muitas opções, o Diretório recorreu ao mais bem sucedido dos líderes militares franceses, pedindo-lhe ajuda contra a revolta. Napoleão, mais uma vez com apoio de canhões, esmaga a revolta, matando cerca de 1400 revoltosos, os sobreviventes debandam e, em consequência, Napoleão recebe nova patente: comandante do Exército Francês.